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Resumo História – 28/09

Resumo de História – 28.09 

@inaeodara13

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Resumo de História

Elaborei esse resumo com charges e imagens para a 1ª prova aberta de história para a 2ª etapa.

PDF: RESUMO DE HISTÓRIA 2ª Etapa

@inaeodara13

Roteiro de Estudos – História (1ª Prova Aberta)

PDF: Resumo História – 1ª prova aberta

Documento do Word: Resumo História – 1ª prova aberta

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Compilação História: 19/04 a 06/06

  • Formação dos estados nacionais

Diante do colapso do feudalismo, a Europa precisava se reorganizar. Dessa forma os europeus se organizaram nos Estados Nacionais.

Estado: território cercado por fronteiras e dotado de soberania.
Nação: grupo de indivíduos, conjunto humano que compartilha de tradições culturais comuns (língua, etnia, religião, educação…)

Na passagem da Idade Média para a Moderna, os principais Estados europeus se formaram, respeitando as nações existentes. Os principais estados unificados foram:
– Portugal (1139)
– Espanha (1142)
– Inglaterra
– França

As unificações ibéricas estiveram ligadas a expulsão dos “mouros” (árabes). Já a formação da Inglaterra e França foi atrasada pela ocorrência da  Guerra dos Cem Anos (1137-1453). Estes estados europeus adotaram a monarquia como forma de governo.

  • Características políticas dos Estados Nacionais Modernos

Os Estados Nacionais europeus possuíam monarquias cujas quais concediam poderes absolutos aos reis. Esta concentração de poderes pode ser justificada pela necessidade de uma liderança forte para amenizar a crise pós feudalismo. Para que pudesse governar, porém, os reis (de origem nobre) tiveram que conhecer o seus súditos. A sociedade possuía três categorias que sustentavam o poder real.

Apesar de terem o apoio da sociedade, os reis absolutistas usavam teóricos laicos para justificar os seus poderes.

THOMAS HOBBES: considerava o homem mau por natureza e que, por isso, seria necessário a existência de um rei absolutista. (Leviatã)

NICOLAU MAQUIAVEL: autor de “O Príncipe”, pareceu defender o absolutismo, tanto que, costuma se atribuir a ele a frase “os fins justificam os meios”. A sua obra, porém, era dirigida inicialmente ao príncipe de Florença a quem ele recomendava o autoritarismo a fim de unificar a Itália.

JEAN BODIN: apresentou a teoria da soberania. Para ele, a soberania era a “alma” de um Estado, era através dela que se justificava e se impunha a coesão política. A soberania era vista como perpétua e absoluta. Os governantes não poderiam estar submetidos a qualquer subjeção, inclusive a lei, ou seja, o soberano estava acima de tudo.

JACQUES BOSSUET: a partir do princípio religioso, o autor extraia exemplos bíblicos para justificar que o rei era uma escolha direta de Deus. Assim, o poder do rei tinha origem divina, constituindo o chamado direito divino dos reis.

 

  • Características econômicas dos Estados Nacionais Modernos

Durante a passagem da Idade Média para a moderna observou-se o aumento do volume das relações comerciais e, logo, o fortalecimento da burguesia. Com o aumento do comércio e com o advento do trabalho assalariado, o mercado consumidor ganhou força.

Durante a Idade Moderna, portanto, o capitalismo dava seus primeiros sinais de existência. Sendo assim, o rei (Estado) interferia nos assuntos econômicos de forma constante (controle dos impostos, de importações, permissões para comércio)

Quando os reis absolutistas interferiam na economia, estes esperavam a obtenção de lucro e pelo beneficiamento da produção nacional.
– Busca por uma balança comercial superavitária
– Patrocínio às viagens ultramarinas
– Incentivo à natalidade
– Definição de impostos para produtos importados

Apesar de terem adotado basicamente as mesmas práticas mercantilistas, os quatro estados nacionais aplicaram seus lucros de forma distinta.

 

A urbanização fez com que o homem moderno se desvincular-se do pensamento religioso medieval. Para estes homens, a Idade Média (relacionada as trevas) era desprezível por ser uma época em que o pensamento foi controlado pela igreja. Assim o grupo vanguardista buscou resgatar a cultura clássica (greco-romana) para moldar a Idade Moderna.

Baseados, portanto, na cultura greco-romana, os renascentistas aplicaram alguns valores às artes e às ciências.
– Classicismo (apego a cultura clássica)
– Racionalismo (valorização da razão)
– Humanismo (busca pelo conhecimento das ciências “humanas”)
– Naturalismo (associação do homem com natureza e a busca pelo conhecimento do corpo)
– Hedonismo (culto aos prazeres mundanos)
– Antropocentrismo (homem como centro das explicações)

Para os renascentistas esse era o homem:

  • Motivos do pioneirismo “italiano”

A Península Itálica abrigou, até o século XVI, o comércio das especiarias do Mediterrâneo e, por isso, teve contato com diferentes culturas (asiáticas e européias). Os artistas italianos contavam, ainda, com dois grandes grupos de mecenas.
– Alta burguesia (buscava status)
– Igreja Católico (buscava divulgar a arte sacra)

Apesar da aliança inicial existente entre a igreja, e os renascentistas, logo o clero percebeu o caráter antropocêntrico dos artistas que foram perseguidos. Além de tudo a Itália abrigava a antiga capital do Império Romano.

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6 de abril de 2012 – História (Aula 28)

Crise do Feudalismo

O crescimento populacional associado a expansão das cruzadas gerou um grande desmatamento na Europa. Este contexto foi favorável à exposição de desequilíbrios ambientais registrados no século XVIII.

Faminta, a população européia se tornou mais exposta às epidemias tal como a peste negra que dizimou cerca de 1/3 da população européia.

Os servos sobreviventes (e agora descrentes) foram superexplorados e, por isso desejavam se mudar para as cidades. Neste contexto (século XIV) senhores e servos entraram em discordância, deflagrando as revoltas camponesas.

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5 de abril de 2012 – História (Aula 27)

A Baixa Idade Média e a Crise do Feudalismo (continuação)

Apesar de não ter reconquistado a Terra Santa, as cruzadas tiveram profundas consequências. Dentre estas podemos citar: a conversão/morte de infiéis, morte de alguns nobres, renascimento das cidades e do comércio.

Anotações pessoais: Na Guerra Santa houve uma forte influência na Península Ibérica. A inquisição fez parte da Guerra Santa.

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Banco de Questões – História

Fiz um banco de questões separado por conteúdo, está disponível em Google Docs. O gabarito das questões está abaixo de cada conjunto de questões.

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30 de março de 2012 – História (Aula 25)

A Baixa Idade Média e a Crise do Feudalismo

   Em meados do século X, a população europeia apresentou um crescimento.
⇨ novas técnicas agrícolas (arado, rotação de culturas, charrua…)
⇨ redução do número de invasões bábaras
Este fenômeno ligado a  superpopulação gerou grande demanda por alimentos e, logo, por terras. Uma das saídas encontradas para a obtenção de terras foi a associação entre os nobres e o clero durante as cruzadas.
⇨ conversão ou expulsão dos “infiéis”
⇨ reconquista de Canaã (Terra Santa)
Aos poucos, os cavaleiros medievais conseguiram “libertar” a Europa dos infiéis e, assim, reabrir importantes rotas comerciais.

Anotações pessoais: As cruzadas originaram a expressão “entre a cruz e a espada”, que representava a conversão ao cristianismo ou a expulsão violenta dos territórios. Os cristãos convertidos eram os chamados Cristãos Novos. A Terra Santa jamais foi reconquistada pela Europa, uma vez que estava dominada pelos árabes que contavam com uma enorme vantagem militar.

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29 de março de 2012 – História (Aula 24)

  • Economia Feudal

    As mercadorias mais valorizadas nas feiras eram as especiarias indianas. O centro comercial dessas especiarias passava pelo mar Mediterrâneo.
As especiarias se tornavam caras, sobretudo, em virtude da participação de Gênova e Veneza (“Itália”) que atravessavam e, logo, encareciam as mercadorias

Anotações pessoais: Exemplo de especiarias eram: condimentos, pimenta, seda e porcelana. As mercadorias passavam na mão de muitas pessoa, para vender e chegava a um preço muito caro ao final. Gênova e Veneza eram os principais portos da Europa. Quanto mais difícil era encontrar as especiarias, mais valorizadas elas eram. Havia na época pouca circulação de moeda e a pimenta chegou a ser trocada a preço de ouro.

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Resumo de História

Resumo elaborado por mim, disponível no Blog Dúvidas pra Prova.

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